“Quem quereria viver até os 102 anos? Só um idiota” (Charles Buk.- pulp)
eu não queria nem viver até os trinta...
queria ter disposição pra malhar, mas me falta até pra viver
"Durma-se com um barulho desses apesar de todos os santos e todos os dolares... Amor sozinho é besteira." Essa nossa onda de amor ninguém vai cortar.
domingo, 6 de outubro de 2013
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
a garota do outro lado da rua
invencível, sonhadora, fora dos padrões realistas do rodo cotidiano, inflamado de conformismo e concessão abastecido de um aterrorizante caos vigoroso e vicioso. ah, sim era tudo isso disposto numa vitrine viva. linda de ser vista, e desejável participação comprometida. como já ouviu em algum lugar 'american way of life", onde a felicidade é o cartão de entrada, e sim, podendo dispor dela no decorrer da história, mas com altas doses de cultura sintética, a mais pura morfina do mercado. ora bolas, quem liga? é melhor pensar que é feliz. olha toda essa gratuidade de sexo, maquiagem, roupas justas, óculos escuros, cabelos sedosos. ela queria saber se todos os andarilhos são cabeludos. "eu sou" ela pensava. eis a prova concreta de que não descende de índio. é domingo. puxou uma mesa e sentou-se de costas pra parede afim de alguma privacidade, eles não poderiam saber que ela, a adoradora, estava falando mal deles consigo mesma. todos sabem da sua queda pelo vandalismo. cerveja hoje não, obrigada. eu te amo, sim. não sabe quem lhe contou sobre uma tal maldição irlandesa. todas gordas e ficam pensando como mantem o corpo (que nem é lá essas coisas) magro. "controle a boca" dizia. o que é que tu queres? "um pau gostoso que consiga manter uma conversa agradável e goste de música boa, coisas diferentes e que saiba beijar na boca. fim." todo esse rodeio pra acabar em sexo. "sim."
silencio no seu silêncio
eu conheci o sávio em 2009, numa rede social, quando eu andavas às boas com a tristeza e solidão. adormecida num relacionamento sem ternura e sem verdade, me via a beira de um abismo numa rota de fuga alucinante. só tinha duas opções ou me rendia ao conforto dolorido de uma amor desgastado pelo tempo e falta de compreensão ou me jogava de corpo e alma numa vida totalmente nova e desconhecida. me joguei, tão certa como telma e louise naquele penhasco. me joguei para renascer na dor da libertação. e nesse processo conheci o Sávio, que veio como um anjo pervertido pra alegrar meus dias de aflição. lembro de quando eu ia dormir com um sorriso de orelha a orelha. Ah, era tão bom, qualquer meia palavra, os e-mails extensos, as coisas sobre a vida, sobre a simplicidade, falsos valores num saco sem fundo, chafurdar na lama, todo um ideal de uma vida sem luxo, mas extremamente rica. Tudo era uma delícia. no início tudo eram flores. suas mãos com poder de sutura existencial sua beleza interior, a delicadeza em manusear as palavras, suas atividades espartanas, sua barba paciente, sua beleza de espírito... e agora todo nosso amor está sendo corroído pelo tempo como a ferrugem corrói o ferro. hoje o que resta dessa relação que um dia foi linda, são só lembranças. não sinto nenhuma mágoa, nem raiva. tudo de ruim passou. é uma pena você não escrever mais, abandonou até seu blog. a ultima postagem foi há mais de um ano!
bem , e nessas suas ausências que me estragavam a alma de tristeza, escrevi o Ler Antes de Escrever pro Sávio. escrevi deitada na cama, enquanto chorava pensava em umas coisas pra te dizer. me veio a ideia de pegar um lápis e escrever tudo pra não esquecer, fiz isso na parede pra no dia seguinte repassar pro papel... Essa minha mania de escrever como se estivesse falando com ele... a linha que divide o receptor é tênue.
segue o texto
escrito em 10 de novembro de 2012
bem , e nessas suas ausências que me estragavam a alma de tristeza, escrevi o Ler Antes de Escrever pro Sávio. escrevi deitada na cama, enquanto chorava pensava em umas coisas pra te dizer. me veio a ideia de pegar um lápis e escrever tudo pra não esquecer, fiz isso na parede pra no dia seguinte repassar pro papel... Essa minha mania de escrever como se estivesse falando com ele... a linha que divide o receptor é tênue.
segue o texto
escrito em 10 de novembro de 2012
Eu não gosto de críticas. Não gosto delas quando eu, na minha visão de mundo, estou crente da minha verdade. Não gosto de ser chamada de burra, lerda ou ingênua. Disponho de uma inteligência peculiar, um ritmo diferente e um coração selvagem. Eu que gosto tanto de falar de mim, eu diferente na minha concepção humana, na ânsia por uma vida prazerosa, eu que ainda não descobri o quero ser quando crescer, odeio ser contrariada com argumentos estapafúrdios. Depois de trinta anos assentindo com a cabeça para minha mãe, retruquei todas as suas acusações contra a minha pessoa. Sinceramente, nem gosto de lembrar desse dia, mas quero pôr aqui uma pedra no que me faz mal.
E tu, Sávio. Tu não vai dizer nada? Eu sei que tu não concorda com um par de coisas que eu digo. Se tu tivesse me dito tuas críticas, tu acha que eu já teria parado de te escrever? Me convença de que estou errada! Admito meu erro quando me dão bons argumentos. Agora dei pra sonhar com tua garota-incrível também, nas duas ultimas vezes que tu apareceste, lá estava ela (num grude como um calo no pé, usando um cabelo que nem o meu dessa última vez). E a gente, eu e você, de costas um pro outro pra eu trocar de roupa. Por que tu nunca me chamou, Sávio? Por que tu nunca quis me ver de perto? Por que tu nunca pediu pra eu parar de te escrever? Eu não ia te fazer nenhuma dessas perguntas, mas eu não aguento não fazê-las. Quem sabe de repente uma hora dessas tu resolve responder.
Quando eu era menina fazia coisas de menina. Quando adulta tenho que fazer coisas de adulta. Por que eu ainda não morri? Que merda. Dada aos extremos. Meu delicioso defeito. Mórbida, sórdida não. Infeliz, descontente. Eu quero morrer e quero viver, eu quero me afundar num buraco escrevendo sobre minha tragédia e joelhos frágeis, sobre meu coração aflito e confuso e sobre coisas que nunca vi, sobre uma incógnita até hoje indecifrável, tu. Por que ainda estou viva? Se num instante de perigo sei que lutaria pela vida? Sim! Porque ainda estou viva! O homem lobo na minha vida, eu me alimentando dele por conta própria. Esperançosa, sorrindo por dentro sem mover os lábios. Eu sei qual é a tua, Sávio. Eu devia te deixar sem notícias minhas pra tu ver o que é bom pra tosse. Tu gosta de mim? De que jeito? Seu filho d’uma égua, eu não consigo ir embora, e nem tu! Admite! Caso contrário já tinha me mandado pastar e tinha dito por aqui e teria sido claro curto e grosso pra não restar dúvidas. Eu sei aonde a gente vai se ver: no inferno! E não vou pedir desculpas por isso, nunca! Fique com raiva e cansado de mim, me mande ir embora! Não faça isso, ou faça. Eu não sei, às vezes não aguento esse amor-sozinho. Sinto uma dor no coração, como agora. Tu acha que vai ficar pra sempre com ela? E se não for ela, mas for outra e nunca eu? Se sim me diga pra eu sair.
Eu me apaixono por ti e tu, dizendo que me ama, sem me contar nada se manda pra Bélgica com uma mulher. Eu te amei de verdade, seu cafajeste, eu iria contigo até pra baixa da égua, e tu faz isso comigo!!! Porra, Sávio, tu me iludiu esse tempo todo, seu merda! Vai pro inferno! Eu não tenho sangue de barata, não vou sair dessa fingindo que tá tudo bem porque não tá. Não aguento mais esse negócio de Camila pra lá e pra cá. Camila topa tudo e não sei mais o quê. É o casal incrível e perfeito demais. Tô mesmo com ciúme, inveja, queria estar no lugar dessa loira aguada sorridente, mas não, tô aqui comendo o pão que diabo amassou, nesse inferno de cidade quente pra caralho. Pois me odeie, Sávio, se é que cabe ódio no seu coração, porque desprezo, tu já me deu bastante. Agora me esquece, que eu vou te esquecer também, e quando a gente se encontrar por aí não vai jogar na minha que eu fui embora. Tu já foi faz é tempo, eu é que não tinha percebido. Burra, cega, surda que sou.
Perdi as esperanças de que um dia tu sejas meu. Tu tens ideias boas, és um homem bom no geral. Teu problema é que tu é cafajeste mesmo. Não teve coragem de dizer que nessas quatro paredes não há nada mais que mereça alguma importância. Nesse ponto tu foi um covarde. Tu fala tanto em honestidade pois seja honesto comigo! E não fique preocupado pensando que vou bisbilhotar tua vida na internet. E não escreva me desmentindo, em canto algum – guardanapo usado, saco de pão sujo de açúcar, extrato bancário, lenço de papel, pele, calça jeans - dizendo que ama, porque esse teu amor é escasso demais – quase nada, não me serve. Também não tô nem aí se essas palavras te causam aflição, tu mesmo já me deixou aflita por demais nesse banco de reserva. Pensei que conseguiria ser só tua amiga - meu coração quer mais. Tu devia ter sido mais claro, tu devia ter me avisado quando tu foi embora desse quadrado. Mas não, me deixou aqui esperando, esperando... Cansei. Fica aí com sua garota-incrível. Não te desejo o mal não. Te desejo tudo de bom. Só não atazane mais a minha vida, muito menos os meus sonhos, e digo o mesmo pra sua garota.
Adeus, Sávio. Cansei da tua ausência.
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
gira girassol
sim eu quero conhecer. encontrar um lugar onde eu me sinta bem. dentro de mim mesma.
"Foi quando eu tinha 19 anos meu pai me perguntou: - ''Porra afinal de contas, o que você vai querer da sua via??? Respondi: - Tudo o que eu puder levar!
Conforto, estabilidade, segurança, garantia, consideração social. Pra mim não tava dizendo nada, eu sempre tive e não me dizia nada. Pelo contrario, eu tinha vergonha de pertencer ao meio que eu pertencia. Porque eu olhava em volta e via que eu era um privilegiado eu não gostava disso." – Eduardo Marinho, artesão, filósofo de rua.
"Foi quando eu tinha 19 anos meu pai me perguntou: - ''Porra afinal de contas, o que você vai querer da sua via??? Respondi: - Tudo o que eu puder levar!
Conforto, estabilidade, segurança, garantia, consideração social. Pra mim não tava dizendo nada, eu sempre tive e não me dizia nada. Pelo contrario, eu tinha vergonha de pertencer ao meio que eu pertencia. Porque eu olhava em volta e via que eu era um privilegiado eu não gostava disso." – Eduardo Marinho, artesão, filósofo de rua.
as ruas falam
menos do que gostaria ter pulado, amei mais do que deveria ter amado, vivi, vivo, viverei (!), mas às vezes de forma tão precária que putzs é uma merda só. por isso pulei menos do que gostaria ter pulado
domingo, 28 de abril de 2013
lixo literário
Livro feito pra vender tem muito no mercado. Mal escrito, não tem nada que acrescente, não são produtivos.
Não somos estimulados a desenvolver um pensamento crítico, não fomos acostumados a selecionar.
Não posso dizer que esse aí foi o pior livro que li porque não consegui ler as dez primeiras páginas. É muita encheção de linguiça pro meu gosto.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Querido diário VIII
Realmente as coisas vem quando a gente menos espera. Ontem depois que eu tinha acabado de lavar uma pilha de roupas e pensando que talvez tivesse algum emprego no Maranhão pra mim, recebi uma ligação da minha mãe dizendo que me ajudaria a ir pro exterior. Na hora eu nem acreditei. Sei lá a ficha não caiu. "poxa, mãe, obrigada!", acho que isso que eu disse, sem muito entusiasmo. Que progresso, hein mãe. pra quem só me criticava e achava minha ideias e ideais um absurdo... Fiquei muito feliz, de verdade. Apesar de ter desejado-te o mal quando nós brigamos. A última coisa que que pedi pra deus foi que se ele existe mesmo que ele cuide da minha família, que ele os proteja e não deixe faltar nada pra vocês. Aí, à tarde saí pra comprar um brinco pra usar na formatura do meu irmão. Quando eu tava lá na loja e bijuteria o celular toca de novo: "Oi, enfermeira, dava pra senhora vir na secretaria amanhã as oito e meia?" Claro que dá meu chapa!!! Era o Ivanildo. Um dos caras mais legais que tem por lá. Pô, até passei mal com essa. Nossa, era muita notícia boa pra um dia só. Fiquei tão nervosa que tive náusea. Caralho, que coisa! Sabe, fiquei pensando que talvez o emprego saiu porque meus pais aceitaram minha decisão. Porque até então eu não tinha a bênção deles pra ir pra fora.
Querido diário VII
Querido diário,
Adivinha! Adivinha! Eu... consegui... meu emprego de voooltaaaaaaaaaaaaaa!!!!
Uh-HUUUUUUUUUU!!!
Mermão, nem acreditei. Eu já tava pensando que no fim desse mês eu iria embora de mala e cuia. Só não sabia pra onde.
Tô felizaça!!! Tô na parada de sucesso, malandro!
Contagem regressiva pra estudar na "Oropa" \o/
Querido diário VI
quero deixar registrado meu total fracasso em relação aos seres humanos do sexo masculino. Já faz tempo, meu contato com seres dessa espécie tem sido uma sucessão de acontecimentos desastrosos que, infelizmente, me abalaram profundamente. Foram todos, sem exceção, canalhas, ordinários, insensíveis. Se antes eu já não dominava a arte da sedução, hoje eu me considero totalmente desqualificada para interagir com homens, principalmente os desconhecidos, visando uma futura interação, independente do grau de contato. Do fundo do meu coração, pensei em cortar o cabelo na máquina n°3, deixar cair com o cabelo todo fio de vaidade que me liga como sexo oposto. Sendo careca eu não teria problemas. Andaria na rua crente que as pessoas me achariam feia.. Eu não teria dúvidas.
só não fiz isso porque no dia seguinte a minha decisão eu viajaria para ver meus pais e não queria criar nenhum tipo de conflito.
Sábado mesmo voltei pra casa aos prantos. ainda bem que tinha pouca gente na rodoviária e no ônibus. pude chorar à vontade. Encontrei-me com o Dário antes de partir, ele estava estranho, fez umas coisas que eu não gostei. Nossas conversas eram sempre muito boas, mas agora não são mais. As coisas mudaram pra pior. Fiquei muito triste.
Mas a vida segue e não vale a pena tratar como prioridade quem te trata como mera opção.
Voltei a ficar deprimida e isso já faz um tempinho. Por conta de outros fatores, tipo desemprego, incompreensão de família, acomodação, insegurança, timidez. Acho que a doença está piorando, mas já não me importo com isso. Não tenho mais medo.
Hoje sonhei com a Helga e o marido dela, eles me mostravam uma pequena estátua de madeira. E quando olhei pro objeto desmaiei. Era um exu se eu não me engano. Eles são ubamdistas, por isso eu acho que era a imagem de um exu. Também sonhei com o Sávio na noite que eu estava voltando pra minha cidade. Sonhei que eu o via e que ele estava muito sério. Ele escreveu algo num guardanapo, e deixou cair no chão. Sorrateiramente eu fui até o papel. Estava escrito: "FELICIDADE SUPREMA". Desse jeito mesmo, em letras garrafais. Ele estava de olho numa moça branca, que tinha os cabelos longos, loiros, que estava tomando banho numa piscina de roupa e tinha uma flor de cerejeira (colorida) nas costas, e tinha sardas no rosto também. A moça não era muito bonita, nem se esforçava pra parecer isso, parecia desprendida de qualquer vaidade. Eu tentava aparecer pro Sávio, mas não conseguia.
Então, analisando o sonho, acho que eu estava morta nele. Lembra daquele filme O Sexto Sentido? Pois é, eu acho que estava morta e não sabia.
O Sávio continua sendo a incógnita de sempre. Meu sentimento por ele oscila entre amor e ódio. Apesar de não receber nenhum e-mail dele há muito tempo ainda continuo enviando os meus, e quase sempre depois de enviar acabo me arrependendo, depois deixo de me arrepender e acho que fiz certo, e depois acho o oposto. Penso que é falta de amor próprio da minha parte manter contato com alguém que não se manifesta diretamente. às vezes parece que ele responde na página dele. Não sei se é impressão minha, talvez seja. E no meio dessa confusão não consigo esquecê-lo, mesmo querendo (às vezes). Será que eu morri pro Sávio e não me dei conta disso?? Ai... Outro dia bisbilhotei a página da namorada dele. Não deu pra ver muita coisa, mas na foto de capa dela estava o mesmo tigre descansado que um dia esteve na minha. Com trilhões de imagens na internet a gente se engraça pela mesma. No mínimo achei curioso.
às vezes eu penso que ele já foi embora há tempos, e eu não percebi. Das duas uma: "o pior cego é o que não quer ver" ou "silêncio não quer dizer que esqueceu". Vai saber... só mesmo o implacável doutor Tempo saberá a resposta.
Pablo Neruda disse: " Se sou amado, quanto mais amado mais correspondo ao amor. Se sou esquecido, devo esquecer também, Pois amor é feito espelho: -tem que ter reflexo."
Que louco esse negócio de Amor. Cada um pensa de um jeito. Mas vou terminar com o que o Wood Allen disse em Igual a Tudo na Vida: "Ao longo da vida o que não falta é gente dizendo como você deve viver. Elas terão todas as respostas pra você. O que deve fazer, o que não deve... Não discuta com elas. Só diga sim é uma ideia brilhante mesmo. E aí faça o que quiser." Siga seu coração. No fim todos vamos morrer mesmo.
Nesse mundo insano de "certo" e "errado". Vale mais seguir a voz interior.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Somewhere Over the Rainbow
Somos nós duas nessa luta. Acredite em você, acredite nos seus sonhos. Você é mais do que pensa que é. Você pode ir tão longe que nem acreditaria se eu dissesse o quanto. Seja forte e corajosa e determinada também. Veja o que você quer e vá buscá-lo. Você quer o mundo? Então vá! Vá, garota! O céu é o limite!
A vida é muito curta. O tempo passa rápido, você sabe. Então não me olhe com essa cara de derrotada. Você não precisa da aprovação de ninguém. E sentir medo é bom, mas tem que controlá-lo.
Nós, seres humanos, construímos nossa própria prisão e se nos acomodamos nela fazendo da mesma um refúgio tedioso, mas seguro e confortável. Saia do seu.
Seja conduzida pelos seus sonhos, e não empurrada pelos seus problemas :)
Sinta a música, veja a paisagem e vá tocá-la. Vá morar nela.
A vida é muito curta. O tempo passa rápido, você sabe. Então não me olhe com essa cara de derrotada. Você não precisa da aprovação de ninguém. E sentir medo é bom, mas tem que controlá-lo.
Nós, seres humanos, construímos nossa própria prisão e se nos acomodamos nela fazendo da mesma um refúgio tedioso, mas seguro e confortável. Saia do seu.
Seja conduzida pelos seus sonhos, e não empurrada pelos seus problemas :)
Sinta a música, veja a paisagem e vá tocá-la. Vá morar nela.
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