Mas convivo harmoniosamente entre os normais e apaixono-me por eles. Principalmente pelos que têm comportamento peculiar e são criativos. É até meio curioso. Eu sempre me agrado com gente assim à primeira vista, ou não. Às vezes, acontece à segunda vista. Mesmo sem dialogo ou sem “aproximação aproximada”. Bom, quanto a mim, sinto-lhe informar que sou interessantíssima. Mas provavelmente você não compartilha da mesma idéia que eu. Isso é problema seu. O meu é comigo mesma. Vivo caindo em contradição. Mas não me preocupo com isso. Como diria o sábio Falcão: é melhor cair em contradição, que do 8º andar. Sou para mim como um suco de maracujá adoçado na medida certa. Doce e abrasador ao mesmo tempo. Sem virar mel e sem ser enjoativo. Para os outros, sou a moça que passa pela vida e que, “por Deus, essa não aguenta. Perde fácil. Tem o dom da telepatia”. Nada sistemática (exceto no trabalho) vou fazendo o que tenho vontade. Não programo, não faço planos, nem cálculos. Só vou indo e pensando. Pensando na vida, nas coisas metafísicas dela e vou além disso (se é que é possível). Ando fugindo do pragmatismo. Não por rebeldia, mas com o intuito de me libertar das amarras que a vida me deu. Talvez, você que esteja perto não perceba isso, e se não percebe é porque não está perto o suficiente para ver. É um lance um tanto sutil (adoro isso, essa coisa de “ser, ter um lance”...). Estudo apenas para saber mais. Instrução é um lance bacana (estudaria mais se tivesse mais concentração. Meu pensamento vive disperso. Não sei para onde ela foi, deve ter ido para o Reio do Beleléu. Não jogaria uma coisa importante no lixo. VOLTA SUA DESGRAÇADA! :D Preciso de ti para ser alguém para os outros). Se o salário vai aumentar ou não, isso não importa. Eu quero é viver bem, num lugar bom e com gente legal. Dinheiro é bom? Claro! Ninguém em sã consciência vive sem ele. A mola que move o mundo. E eu sonho com um mundo melhor. E esse é um que não vai acontecer. Infelizmente. Não tenho pretensão de mudá-lo. As coisas boas que saem de mim são para o singelo consenso ao meu redor. Não, não quero entrar em atrito. Nem discutir com ninguém. Não sou melhor, nem pior. Mas saiba que o que sei é nada. Sei nada, nada mesmo. Principalmente enquanto corro. Aí, sim, “emburreço” de vez. E gosto muito de ouvir. Apenas me fale de você e do que você pensa sobre “farpas feitas de algodão que não tem o peso declarado de uma pedra” (elas me atingem todo dia, mesmo com meu incansável esforço em não estar na direção delas). Não estou alheia ao mundo, mas de vez em quando, sim. Dá muita vontade. Residência fixa?!? Nããã... Um dia terei uma (quem sabe daqui a 2 ou 3 meses. Antes do fim do ano resolvo esse negócio), mas por enquanto a idéia de ficar pra lá e pra cá me agrada e muito. Tornei-me expert em viajar com pouca coisa (minha mala é beeem menor que a do meu irmão). Fui até chamada de hippie esses dias. Hippie maquiada! Não aquela maquiagem que esconde o rosto ou outra coisa qualquer (sentimento, vileza...) servindo de máscara. Falo daquela que realça a beleza física! “Me desculpem as feias, mas beleza é fundamental.” E o espírito hiponga está na praticidade, no desapego. Entretanto há amadurecimento, e isso é notório para mim. Aquele resquício que havia ganhou uma porção maior (não aquela que é completa. Ainda sou capaz de cometer os erros mais óbvios nessa vida) acompanhada de batata frita com sabor diversão. Diversão... Aquela do mês de julho! Vou levá-la comigo. Estava precisando de uma injeção de ânimo. Põe mais um real desse troço aí! Hehe. Aproveita que a "véia" ainda está puncionada. Andava meio para baixo... Andava, andava... Passado, que passou. Tudo passa... O ferro passa, a uva passa... Aff, que jeito ruim de terminar uma descrição... Estava indo tão bem... Mas é aquele lance: o que é bom, dura pouco. Nesse caso menos de um mês. Aaaahhhh...
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