quarta-feira, 16 de maio de 2012

alguém lembrou de mim

"Oi manaaaaa.. lembrei muuuuito de ti hoje. Acabei de assistir Os Vingadores e é muito muito muito bom!!!
tu vai amar ainda mais o Tony Stark kkkkkkk
Não vou falar do filme pq se não tiro toda a graça.. só queria dizer mesmo que lembrei de tu :)

Bjus tchutchuca
Saudade"

ô meus Deus, que coisa mais fofa! Lembrou de mim! eu que preciso tanto ser lembrada e de um pouquinho de atenção nesses dias tão difíceis.
valeu, mana!
Beijo

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Tirinhas II












a vida como ela é


Dias depois ele passou na minha casa pra devolver o dinheiro que tinha pedido emprestado. Liguei pra ele cobrando, antes que ele gastasse todo o salário com essas lambisgóias que andam por aí. Ficamos conversando um tempo. chamei pra entrar, ele não quis. o celular dele toca. "Pode atender se quiser." "Não, já parou de tocar." "Tem uma mulher te ligando, né? Tu tá me usando pra passar o tempo até chegar a hora de encontrar com ela." E então eu ria. o que eu ia fazer? Chorar?
"Não, daqui eu vou pra casa." "tá mentindo! nem olhou nos meus olhos pra dizer. tu desviou o olhar. seu cretino!" Ele riu, eu ri de novo. ele me abraçou e me deu um beijo.
Tudo bem, ele não era pra mim, nem eu era pra ele. eu tinha meus planos e uma vida de incerteza pela frente. Já ele, sabia bem o que queria.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

felicidades

Deixa Estar Los Hermanos
Ligue, ligue, ligue, ligue, ligue para mim!
Diga, diga, diga, diga, diga que me ama que eu não vou mais implorar.
Se quer saber, deixa estar.
Digo que não ligo mas não vivo sem você.
Eu falo não me calo.
Tiro sarro só pra ver se eu consigo despertar o seu amor.
Deixa estar.

Eu sei que na verdade eu não consigo entender o nosso amor.
Que teu silêncio fala alto no meu peito
e que nós dois estamos juntos na distância.
Discrepância do destino!

...

Dois Barcos Los Hermanos
Quem bater primeiro a dobra do mar
Dá de lá bandeira qualquer, aponta pra fé
E rema

É, pode ser que a maré não vire
Pode ser do vento vir contra o cais
E se já não sinto teus sinais
Pode ser da vida acostumar
Será, Moreno?
Sobre estar só, eu sei
nos mares por onde andei
devagar
dedicou-se mais o acaso a se esconder
E agora o amanhã, cadê?

Doce o mar, perdeu no meu cantar



O Vento Los Hermanos
Posso ouvir o vento passar
Assistir a onda bater
Mas o estrago que faz
A vida é curta pra ver

Eu pensei que quando eu morrer
Vou acordar para o tempo
E para o tempo parar

Um século, um mês
Três vidas e mais
Um passo pra trás?
Por que será?
...
Vou pensar

Como pode alguém sonhar
O que é impossível saber
Não te dizer o que eu penso
Já é pensar em dizer
Isso eu vi, o vento leva!

Não sei mas sinto que é como sonhar
Que o esforço pra lembrar
É vontade de esquecer
E isso por que?
(diz mais)

Ú
Se a gente já não sabe mais
Rir um do outro meu bem
Então o que resta é chorar
E talvez
se tem que durar
Vem renascido o amor
bento de lágrimas.

Um século, três
Se as vidas atrás
São parte de nós
E como será?

O vento vai dizer lento que virá
E se chover demais
A gente vai saber,
Claro de um trovão,
Se alguém depois sorrir em paz
(Só de encontrar...)


Uma pra cada ano.
Terceiro ano de comunicação esporádica 
e carinho à distância.



sexta-feira, 4 de maio de 2012

O caminho não trilhado

“The Road not Taken”  (Robert Frost)

Duas estradas divergiam em um bosque em setembro
E lamentando não poder seguir em ambas vias
E sendo único viajante, durante muito tempo me lembro 
olhei para uma tão longe quanto eu conseguia
até onde ela dobrava na descida e sumia



Então peguei a outra, parecia boa e vasta
e fosse talvez a mais atraente
pois estava coberta de grama precisando ser gasta
embora aqueles que passaram na frente
tivessem gastado ambas quase igualmente
E ambas que aquela manhã igualmente fez
cobertas por folhas, pegada alguma a manchar
Oh, deixei a primeira para outra vez!


Mesmo sabendo como um caminho leva a caminhar
duvidei se iria algum dia voltar



Devo estar contando isso com a alma cortada
Em algum lugar, há uma distância de tempo imensa:
divergiam em um bosque duas estradas
e eu escolhi a menos viajada
e esta escolha fez toda a diferença.





na falta do que fazer eis uns trechos do livro Mulheres do velho Buk


"A dor é estranha. Um gato matando um passarinho, um acidente de carro, um incêndio... A dor chega, BANG, e aí está ela, instalada em você. É real. Aos olhos dos outros, parece que você está de bobeira. Um idiota, de repente. Não há cura pra dor, a menos que você conheça alguém capaz de entender seus sentimentos e saiba como ajudar."


"Detestei todos eles logo de cara, ali sentados posando de espertos e superiores (...). Um bando de moscas encima de uma merda."


"Me sentia bem em não participar dessas coisas. Me alegrava não estar apaixonado e não estar de bem com o mundo. Gostava de me sentir estranho a tudo. As pessoas apaixonadas em geral, se tornam impacientes, perigosas. Perdem o senso de perspectiva. Perdem o senso de humor. Ficam nervosas, tornam-se chatas, psicóticas. Podem virar assassinas."


"Nos últimos tempos, toda aquela excitação e alegria diante da vida não me tocavam tanto. Às vezes até me irritavam, embora, no geral, me deixassem raso de sentimentos. Nem chegava a me entendiar."




Beijos